quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Sobre morrer em mim...
Pronuncio insanidades alegres ciente de suicídio.
Palavras como veneno em contra gotas,
certa de que será lento.
É a lacuna que não faço questão de preencher.
Deixe-a como corte profundo, onde quiser...
deixe-a bem aí.
Não diga que já sabe de tudo!
O controle é só até onde se deixa levar ...
Serei sempre a estúpida sozinha,
com suas páginas incansáveis, vagando embaralhada pela noite,
desafinada com tudo dentro de mim.
Sem amigos, sem companhia, sem ninguém que eu conheça por perto.
É o único antídoto,
o único que gosto.
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