quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Sobre morrer em mim...
Pronuncio insanidades alegres ciente de suicídio.
Palavras como veneno em contra gotas,
certa de que será lento.
É a lacuna que não faço questão de preencher.
Deixe-a como corte profundo, onde quiser...
deixe-a bem aí.
Não diga que já sabe de tudo!
O controle é só até onde se deixa levar ...
Serei sempre a estúpida sozinha,
com suas páginas incansáveis, vagando embaralhada pela noite,
desafinada com tudo dentro de mim.
Sem amigos, sem companhia, sem ninguém que eu conheça por perto.
É o único antídoto,
o único que gosto.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Sobre uma viagem ...
Eu quero somente o beijo bom da chegada
o abraço caloroso e o sorriso ao te ver .
Eu quero somente as mãos entrelaçadas no caminho
a paisagem verde e a estrada clara.
Quero ler um livro no sossego do silêncio
no conforto do seu ombro, sem pressa...
Eu quero somente respirar bons ares
a brisa pura, consistente de liberdade.
Quero a água fria pra bater-queixo
depois seu abraço quente para abrigar meu corpo.
Eu quero pessoas singulares, músicas incomuns, alegrias em risos extraordinários.
Quero o abraço do sol pela manhã,
que seca o orvalho do mato, suando meu rosto.
Quero a chuva também!
Banhar-me dela, ser feliz por ela cair na pele
já com o coração alagado de seu puro afeto.
Eu quero somente brindar a tranquilidade do dia
o escuro da noite, e o amor da madrugada.
Quero somente as palavras doces no brilho do seu olhar
cativa-me
embrulha-me
com todo cuidado em fantasia.
Eu quero borboletas talvez,
e vontade de voltar depois.
Quem sabe com sorte eu tenha tudo
e como um presente,
sempre relembrar nós dois.
o abraço caloroso e o sorriso ao te ver .
Eu quero somente as mãos entrelaçadas no caminho
a paisagem verde e a estrada clara.
Quero ler um livro no sossego do silêncio
no conforto do seu ombro, sem pressa...
Eu quero somente respirar bons ares
a brisa pura, consistente de liberdade.
Quero a água fria pra bater-queixo
depois seu abraço quente para abrigar meu corpo.
Eu quero pessoas singulares, músicas incomuns, alegrias em risos extraordinários.
Quero o abraço do sol pela manhã,
que seca o orvalho do mato, suando meu rosto.
Quero a chuva também!
Banhar-me dela, ser feliz por ela cair na pele
já com o coração alagado de seu puro afeto.
Eu quero somente brindar a tranquilidade do dia
o escuro da noite, e o amor da madrugada.
Quero somente as palavras doces no brilho do seu olhar
cativa-me
embrulha-me
com todo cuidado em fantasia.
Eu quero borboletas talvez,
e vontade de voltar depois.
Quem sabe com sorte eu tenha tudo
e como um presente,
sempre relembrar nós dois.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Sobre o que me fazem ...
Me castiga indiferença,
me derrama culpa enxuta
severo, indolente
me absorve e em nada culpa.
Arrepia e tira o sono
como imã a sugar
minha alma complacente
intimida a ladrar.
Apatia temerosa
entrelinhas nas avulsas
Pesarosas, inclementes
insistindo em sufocar.
Absorto, incessante
pretenso a fixar
o caminho mau trilhado
ah, se fosse adiantar!
me derrama culpa enxuta
severo, indolente
me absorve e em nada culpa.
Arrepia e tira o sono
como imã a sugar
minha alma complacente
intimida a ladrar.
Apatia temerosa
entrelinhas nas avulsas
Pesarosas, inclementes
insistindo em sufocar.
Absorto, incessante
pretenso a fixar
o caminho mau trilhado
ah, se fosse adiantar!
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